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| XV - As Últimas Semanas |
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XV - Outubro
2006 |
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Desde alguns meses Mère Christine
não podia mais andar, conseqüência da fraqueza
de seus 93 anos, e se tinha-se tornado completamente dependente.
Cada dia era transportada numa poltrona para a Capela aonde
o contacto com o Santíssimo era sua vida.
No dia 10 de julho às 9h30m, no momento
em que Ir Yvonne veio buscá-la como de costume para
a adoração, ela já não se sentia
bem e confessou mais tarde, durante o dia:
“Pensei: que me levem depressa
para morrer na capela... e perdi minha chance!” »
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 «
Nunca esqueceremos essas adorações
de M Christine diante do Santíssimo…
…As vezes a víamos ora escrevendo num caderninho
alguns pensamentos, isso para vencer uma sonolência,
ora ela deixando escapar inconscientemente
um ímpeto de sua oração.» |
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| « O que resume
o conjunto de minha vida espiritual, de modo global, é
a palavra do filho pródigo: “Levantar-me-ei e
irei a meu pai !”
É bem essa minha pobre existência: parar, dormir,
cair ... Mas sempre me levantar e ir para meu Pai, mais freqüentemente
pela Via Sacra. »
caderno pessoal |
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« Cada noite, pedia que lessem alto
para ela o próprio da missa do dia seguinte, assim
como as “ Migalhas Evangélicas”.
À tarde Notre Mère fazia perto
dela a Via Sacra, à qual ela se unia com toda sua alma.
« Nossa Madre Geral veio abençoá-la
e confiar-lhe ainda as intenções da Congregação.
M. Christine lhe disse:
“Peço a Deus que o fogo
se acenda na Congregação”…
« No dia 10 de agosto, pela manhã,
acolheu M. Anne Joseph dizendo : “Madrezinha, o Bom
Deus foi Bom para mim. Ele me disse: ‘ Abandone-se’.
E isso foi uma palavra eficaz.” »
M. Christine acompanhava com sua oração
os preparativos para a fundação da Solitude
em Curitiba, no Brasil, prevista para novembro. Em 17 de agosto
a comunidade soube os nomes das 5 irmãs fundadoras.
« No dia 15 de agosto, pede que as
irmãs venham cantar para ela o Magnificat. Essa foi
uma de suas últimas alegrias ... Até os últimos
dias falou-nos de sua querida Costa Rica, brincando : ‘Vocês
não vão esquecer de contar os pormenores de
minha morte para as Madres da Costa Rica.’ |
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EM 19 DE AGOSTO DE 1958, POR VOLTA DAS 4
HORAS DA MANHÃ, seu ardente e constante desejo de ver
Deus se realizava.
« ESPERA LABORIOSA. ESPERA E LABOR
SUSTENTADOS PELO DESEJO DE DEUS, FOI TODA A VIDA DE M CHRISTINE.
ESPERA E LABOR PURIFICADOS, UNIFICADOS ATRAVÉS DE MUITAS
PROVAÇÕES. »
Foi essa sua última mensagem para
a comunidade :
« Fora do amor não há
nada. » |
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